Acredita-se que a maternidade vem acompanhada do instinto materno, mais precisamente dos hormônios que a gravidez e pós – parto traz consigo. Entretanto, há controvérsias, já que a depressão no período de pós-parto tem se tornado cada vez mais comum.
Muitas mulheres acreditam muito nos preceitos de seus antepassados: o famoso “deu e não morreu”. Antigamente era comum crianças comerem doces sem limites antes dos 24 meses, por exemplo.
Atualmente, sabemos que isso é prejudicial. A maternidade consciente, não cria sobreviventes. Neste artigo vamos conversar sobre como melhorar cada vez mais nossas decisões na criação de filhos.
A maternidade consciente assume as fraquezas maternas, e ela existe afim de evitar a negligência. Ser negligente é o mesmo que ser descuidado. E envolvendo nossos filhos, cuidado nunca é demais.
É bastante comum, até mesmo nos dias atuais, mulheres que engravidam e simplesmente “permitem” que o instinto materno seja o seu guia de como criai os filhos. E assim possivelmente esta mulher irá cometer os mesmos erros de sua família no passado.
Considero que a maternidade consciente é uma evolução, no sentido de aprimorar os nossos conhecimentos, sem abandonar os princípios familiares e até religiosos (se for o caso).
Quando você se tornar consciente de que é responsável por educar, suprir, disciplinar e alimentar um ser totalmente dependente de você, é natural desejarmos fazer o melhor. Qual o melhor modo de educar um criança? E de disciplinar?
Combater as birras?
Perguntas as quais achamos muitas repostas em blogs de maternidade, revistas de educação infantil ou até mesmo em uma conversa com a pedagoga da escola que seu filho estuda.
Mas a quantidade de mães (e pais) disponíveis à isso é muito pequena. Com o aumento das redes sociais e das mídias virtuais esta quantidade tem aumentado. Mas ainda assim, é necessário uma conscientização sobre a maternagem consciente, sobre as decisões feitas acerca da criação de filhos.
O que impede a conscientização?
Assumir os próprios erros e falhas são requisitos fundamentais para que a maternidade consciente seja efetiva.
E infelizmente, grande parte das mulheres mães não assumem os próprios erros e continuam na velha história mencionada no início, a história do “deu e não morreu”, ou seja, criando sobreviventes.
Se há um modo melhor de fazer o que faço com meu filho, por que não conhecer? E ainda por que não experimentar?
Precisamos entender que ao conhecer novos métodos, novos meios de lidar com a maternidade não estaremos deixando nosso “eu”, nossos princípios.
A ideia é justamente é essa, agregar bastante informação através da leitura e só então filtrar o que o que achar melhor, conveniente para si, abstendo-se de toda ideia destrutiva, mantendo-se disponível à críticas construtivas.
Mamãe informada faz toda diferença
A verdade é que muitas pessoas tem verdadeiramente preguiça de ler. E com isso fica mais fácil obter a informação pronta com os outros. Só que a informação pronta pode não ser adequada e mesmo que sendo, pode não servir para você que está com preguiça de ler.
Fonte: De Mãe para Mãe
Com Amor,
Vânia Cardoso
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